Quando pensamos em sujidade dentro de casa, a sanita costuma ser o primeiro objeto a ganhar essa reputação. No entanto, existem vários outros pontos da casa que, por serem usados diariamente e raramente limpos com atenção, podem acumular mais bactérias do que imaginamos.
O problema não é apenas a sujidade visível, mas sobretudo aquilo que não se vê: humidade constante, contacto frequente com mãos, restos de comida e falta de higienização regular.
Aqui estão 7 objetos comuns da casa que podem estar mais sujos do que pensas.
1. Esponja da loiça
A esponja da loiça é um dos objetos mais problemáticos da cozinha.
Está constantemente húmida, entra em contacto com restos de comida e é usada em diferentes superfícies ao longo do dia. Este conjunto de fatores cria um ambiente ideal para a proliferação de bactérias.
O problema não está no uso em si, mas no tempo de utilização e na falta de secagem adequada.
O ideal é substituir a esponja com frequência, entre uma a duas semanas, e garantir que seca completamente entre utilizações.
2. Telemóvel
O telemóvel é provavelmente um dos objetos mais usados ao longo do dia e também um dos mais contaminados.
Leva-o contigo para todo o lado, pousa em diferentes superfícies, é utilizado com as mãos nem sempre limpas e está em contacto direto com o rosto várias vezes por dia.
Estudos indicam que pode acumular mais bactérias do que uma sanita.
A limpeza regular do telemóvel é muitas vezes esquecida, mas deveria fazer parte da rotina diária ou quase diária.
3. Maçanetas e puxadores de portas
Os puxadores de portas estão entre os objetos mais tocados em qualquer casa.
São usados constantemente por todos os membros da família, muitas vezes com mãos que vêm de fora, da cozinha ou de tarefas domésticas.
Apesar disso, raramente são incluídos nas rotinas de limpeza.
A limpeza regular destes pontos, duas a três vezes por semana, ajuda a reduzir significativamente a acumulação de sujidade invisível.
4. Comando da televisão
O comando da televisão é um dos objetos mais negligenciados da casa.
Passa de mão em mão, é usado durante refeições, acumula pó entre os botões e raramente é limpo.
Com o tempo, torna-se um dos objetos mais contaminados da sala.
A limpeza semanal, incluindo as zonas entre os botões, ajuda a manter este objeto muito mais higiénico.
5. Interruptores de luz
Os interruptores de luz são usados diariamente em todas as divisões da casa.
São tocados várias vezes ao dia, muitas vezes com mãos que não estão completamente limpas, mas raramente são limpos com regularidade.
Apesar de parecerem inofensivos, acumulam uma quantidade significativa de sujidade invisível.
Uma limpeza semanal simples já faz uma grande diferença.
6. Almofadas e fronhas
As almofadas e fronhas são usadas durante várias horas seguidas todas as noites, o que as torna um ponto importante de acumulação de sujidade.
Reúnem suor, células mortas da pele, produtos de cabelo e poeiras.
Mesmo quando parecem limpas, podem estar longe disso.
As fronhas devem ser trocadas semanalmente e as almofadas devem ser lavadas com a regularidade adequada ao material.
7. Volante e comandos do carro
No carro, o volante e os comandos são das superfícies mais tocadas diariamente.
São usados constantemente, muitas vezes com mãos que vieram da rua, do trabalho ou de compras, e raramente são limpos com frequência.
Apesar de estarem sempre em contacto direto com o utilizador, acabam por ser esquecidos na limpeza habitual.
A higienização regular com produtos adequados ajuda a reduzir significativamente a acumulação de sujidade.
Conclusão
A sanita continua a ser um símbolo de sujidade, mas não é necessariamente o objeto mais contaminado da casa.
Na realidade, os maiores focos de sujidade estão muitas vezes nos objetos que usamos todos os dias e que quase nunca limpamos com atenção.
A boa notícia é que não é preciso uma rotina de limpeza excessiva. Pequenos hábitos consistentes fazem uma grande diferença na higiene da casa e na forma como vivemos nela.